A beleza das Azenhas do Mar e o pitoresco da praia fazem desta localidade um dos locais preferidos para fotografias de casamentos, com os pares de noivos e respectivos adidos fotográficos a fazerem filas de espera aos Sábados de tarde, dia especialmente apreciado por quem ousa ser feliz para sempre. Normalmente nem um por de sol romantico falta a este cenário de felicidade conjugal...UMA LISBOA MARÍTIMA VIRADA AO ATLÂNTICO. DA ROCA AO ESPICHEL, NUM FADO DE PALAVRAS, IMAGENS, CONTEMPLAÇÕES MÚLTIPLAS. (Copyright de Imagens e textos. Originais de Luís Miguel Correia sempre que não se refira o contrário. Contacto: m.s.funchal@gmail.com)
segunda-feira, novembro 13, 2006
ENLACE À MODA DAS AZENHAS
A beleza das Azenhas do Mar e o pitoresco da praia fazem desta localidade um dos locais preferidos para fotografias de casamentos, com os pares de noivos e respectivos adidos fotográficos a fazerem filas de espera aos Sábados de tarde, dia especialmente apreciado por quem ousa ser feliz para sempre. Normalmente nem um por de sol romantico falta a este cenário de felicidade conjugal...O MAR DAS AZENHAS
Mesmo às portas de Lisboa, para norte do Cabo da Roca toda a costa é lindíssima, mas nada se compara às Azenhas do Mar, pequena povoação no sopé da Serra de Sintra, virada à Ericeira, que se avista para Norte.
E em frente, a imensidão do Atlântico, livre e selvagem até aos Açores... Junto às Azenhas há passeios a descobrir, como aconteceu recentemente com este aventureiro do Club Hanomag Portugal...
Texto e imagens de L. M. Correia - 2006



E em frente, a imensidão do Atlântico, livre e selvagem até aos Açores... Junto às Azenhas há passeios a descobrir, como aconteceu recentemente com este aventureiro do Club Hanomag Portugal...Texto e imagens de L. M. Correia - 2006



sexta-feira, outubro 27, 2006
A CIDADE, O PORTO E O RIO
Não há dúvida que o Tejo enriquece Lisboa em todos os sentidos e amplitudes. Do mesmo local,
ali à Junqueira, pode ver-se um grande paquete prestes a largar (QUEEN ELIZABETH 2), o Palácio das Necessidades adormecido ao sol de Outono a querer esquecer a aflição de D. Manuel II acordando pela última vez em Lisboa sob bombardeamento a 5 de Outubro, turístas a desvendar os segredos do rio com a cumplicidade do S. PAULUS da Transtejo, ou as carruagens perdidas de 150 anos de combóios portugueses...


Observação e imagens de Luís Miguel Correia - 2006
ali à Junqueira, pode ver-se um grande paquete prestes a largar (QUEEN ELIZABETH 2), o Palácio das Necessidades adormecido ao sol de Outono a querer esquecer a aflição de D. Manuel II acordando pela última vez em Lisboa sob bombardeamento a 5 de Outubro, turístas a desvendar os segredos do rio com a cumplicidade do S. PAULUS da Transtejo, ou as carruagens perdidas de 150 anos de combóios portugueses...


Observação e imagens de Luís Miguel Correia - 2006 DOCA DE SANTO AMARO MULTI-PANORÂMICA
Do mesmo local, ao fundo da Doca de Santo Amaro , ali entre Alcântara e a Junqueira, na margem Norte do Tejo, mesmo debaixo da Ponte que Salazar nos legou em herança, vejam só a diversidade da paisagem, nestas fotografias tiradas rodando a sensibilidade do fotógrafo cerca de 360 graus. E é tudo tão bonito...
As carruagens de combóios parecem destinadas a uma qualquer comemoração dos 150 anos do Caminho de Ferro.
Aninhado junto à Ponte, um novo hotel Vila Galé marca a paisagem.
Ao lado embarcações de recreio e antigos armazens convertidos em unidades de lazer.
E no rio, a navegação despede-se da Ponte, fazendo proa à barra.
Aninhado junto à Ponte, um novo hotel Vila Galé marca a paisagem.
Ao lado embarcações de recreio e antigos armazens convertidos em unidades de lazer.
E no rio, a navegação despede-se da Ponte, fazendo proa à barra.Observação e fotos de L. M. Correia - 2006
quarta-feira, outubro 25, 2006
PORTO BRANDÃO
Porto Brandão é um dos muitos lugares simpáticos da margem Sul do Tejo, em frente a Lisboa, que de alguma forma conservam um provincianismo pitoresco
mesmo às portas da Capital. Trata-se de um lugar de passagem, dos autocarros para o cacilheiro, que faz a ligação com Belém e a Trafaria.
A viagem fluvial é uma atracção em si mesma, especialmente se feita nos cacilheiros ex-alemães, mais confortáveis e estáveis (TRAFARIA PRAIA, MOURARIA e MARVILA). Do tombadilho à popa pode apreciar-se a margem, com os seus muitos recortes e curiosidades, nomeadamente as ruinas do antigo lazareto, junto ao Porto Brandão, onde nos séculos XIX e início de XX eram colocados de quarentena os tripulantes e passageiros de navios procedentes de terras onde houvesse suspeita de doenças epidémicas.
Hoje, Porto Brandão é famoso nos roteiros gastronómicos, com diversos restaurantes onde se pode apreciar uma boa caldeirada...Texto e fotos de Luís Miguel Correia - 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
ESTAÇÃO DE SUL E SUESTE
As obras intermináveis da construção da linha de Metro do Cais do Sodré para Santa Apolónia, têm levado à desfiguração temporária da Praça do Comércio e zonas adjacentes. Um dos ícones da zona, o Cais das Colunas está desaparecido há anos. A montante deste cais (hoje virtual), há um edifício muito bonito e funcional, pelo qual se embarca para o Barreiro. É a Estação Fluvial do Sul e Sueste, durante muitos anos operada pela CP, cujos navios faziam a ligação à estação ferroviária do Barreiro. Com a abertura da Ponte 25 de Abril ao tráfego ferroviário, a ligação fluvial passou a estar a cargo da Soflusa, empresa adquirida pela Transtejo, cujos catamarans ligam regularmente Lisboa ao Barreiro.
Aqui fica um olhar de pormenor para a fachada da estação, da autoria do arquitecto Cottinelli Telmo, inaugurada com pompa e circunstância a 28 de Maio de 1932, como uma das primeiras obras do Estado Novo.Comentários e imagens de Luís Miguel Correia - 2006
RUAS PARA PASSEAR


É uma atitude típica da actual sociedade de consumo querer mais de tudo. O problema não é de agora pois já o Principe Perfeito se queixava de só ter herdado "as ruas para passear". O que em Lisboa não é problema, pois a cidade e as suas ruas são tão bonitas...



Fotos e comentário de Luís Miguel Correia - 2006
sábado, outubro 14, 2006
AUTORETRATO ENTRE CABOS
quinta-feira, outubro 12, 2006
CIDADE DAS COLINAS
Lisboa e a sua realeza feita de bronzes dispersos pela cidade, confundindo-se com os telhados e os prédios amarelos...
Contam-se sete colinas, mas se calhar observando melhor haverá mais,
tantas quanto a cidade vai crescendo.
Mas a Lisboa do sobe e desce, dos eléctricos e do namoro com o Tejo será sempre a velha Lisboa do Fado e dos dias a prometer chuva, tanto quanto a cidade das cores mediterrânicas à beira do Atlântico nos muitos dias ensolarados. Entre Cabos, claro, que quem chega a Lisboa de navio, como tive o privilégio de fazer uma vez mais há dias, o que vê primeiro é a luz dos farois, um na Roca, outro no Espichel. E lá se vai navegando entre Cabos, depois barra acima, passando entre Torres ali entre o Búgio e São Julião. Quando a água muda de côr, trocando o azul atlântico pelo esverdeado característico do Tejo...
E nos velhos cais de pedra há sempre uma gaivota à espera, como que a marcar saudades.

LMC - 2006
Contam-se sete colinas, mas se calhar observando melhor haverá mais,
tantas quanto a cidade vai crescendo.
Mas a Lisboa do sobe e desce, dos eléctricos e do namoro com o Tejo será sempre a velha Lisboa do Fado e dos dias a prometer chuva, tanto quanto a cidade das cores mediterrânicas à beira do Atlântico nos muitos dias ensolarados. Entre Cabos, claro, que quem chega a Lisboa de navio, como tive o privilégio de fazer uma vez mais há dias, o que vê primeiro é a luz dos farois, um na Roca, outro no Espichel. E lá se vai navegando entre Cabos, depois barra acima, passando entre Torres ali entre o Búgio e São Julião. Quando a água muda de côr, trocando o azul atlântico pelo esverdeado característico do Tejo...
E nos velhos cais de pedra há sempre uma gaivota à espera, como que a marcar saudades.
LMC - 2006
QUE LINDA É LISBOA
Uma boa maneira de ver e sentir uma cidade é percorrê-la a pé. E que bons passeios há para fazer em Lisboa, cidade de luz e contrastes...
Tanta coisa para apreciar, da arquitectura aos visitantes de umas horas que dão pelo nome de navios, como o ARCADIA, que esteve atracado em Santa Apolónia no dia 4 de Outubro...

LMC - 2006
LISBOA EM RITMO DE OUTONO
Já chegaram os vendedores de castanhas a Lisboa. Normalmente anúnciam o Outono e Inverno, com os carrinhos e o cheiro característico das castanhas assadas. Uma das coisas boas desta época. E estes carrinhos vão-se modernizando, este provavelmente será Benfiquista, ehehehe...Foto e comentário de Luís Miguel Correia - 2006
quarta-feira, outubro 11, 2006
ANIMAIS E CIDADE
Nestes dias de Outono suave, percorro as ruas da cidade e comove-me ver como algumas pessoas tratam os animais. Bem, com uma manifesta dedicação fraterna.
A cidade sempre foi referida pelos cronistas quanto aos seus animais nas situações mais variadas ao longo dos tempos. (Hoje, por exemplo, os únicos suínos a circular livremente em Lisboa são arraçados de "homo sapiens" de tal forma que só lhes reconhecemos a origem de porquinhos por pequenos actos irreflectidos, como abrir a janela da viatura em andamento e renovar a prática de "lá vai água" de antigamente, atirando para a via o seu lixo, desde o maço de cigarros ao encantador guardanapo de papel ou "kleenex". Não gosto destes animais, desculpem.)
A cidade move-se em passo apressado de hora de ponta. Sentados no chão a mendigar, uma mulher jovem, provável emigrada do Leste, com um cãozinho. Na mulher, o sorriso simpático e simples de quem vive sem esperar mais do que o dia seguinte. No rafeirinho, a expressão cúmplice de felicidade canina...
A circular próxima, uma outra jovem, o copo de plástico a recolher moedinhas: encenação de liberdade salpicada de pobreza, ou duas meninas e um cão, uma história da cidade de Lisboa. Com fotografia.
Fotografia e observação citadina de Luís Miguel Correia - 2006
Quem ajuda o MAX?
Olá,Este é o Max, um cãozito de porte pequeno/médio, tipo cão de água, que foi abandonado numa obra em Miramar.
Foi sendo protegido e alimentado por alguns trabalhadores, mas a obra terminou e ele ficou sozinho. Há dois dias tentou abrigar-se numa garagem de uma das casas da obra onde ele estava habituado a viver e foi escorraçado pelo proprietário a pontapé.
Uma senhora testemunhou o que aconteceu, teve pena dele e telefonou-me. Eu disse-lhe que não tinha nenhum local, mesmo que temporário, para o acolher e que a única solução seria colocá-lo num hotel canino. A senhora dispôs-se a pagar uma semana de hotel, durante a qual eu fiquei de lhe tentar encontrar um dono. O Max tem cerca de 2 anos e é uma meiguice. Adora festas e dá-se muito bem com outros animais. Está vacinado, desparasitado interna e externamente, e foi esterilizado por isso pode conviver com fêmeas sem risco de ninhadas indesejadas. Por favor, ajudem-me a divulgar mais este pequeno, tenho muito pouco tempo para lhe encontrar um novo lar. Obrigada!
Maria (Contactos: 93 840 61 31, mariapteixeira@gmail.com)
DATA DO APELO: 11 de Outubro de 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
CHIADO DE CARA LAVADA
Para mim o Chiado é sempre uma referência da minha Lisboa Querida.
Mas hoje não é o que era, talvez por eu ter crescido. Também pelas muitas mudanças, especialmente depois do incêndio de 1988.
O Chiado perdeu a centralidade burguesa da minha meninice. Mas gradualmente tem recuperado alguma vitalidade e cores. Está cada vez mais de cara lavada e encanta turistas em quantidade significativa. E continua o mesmo Chiado...
Luís Miguel Correia - 2006
Mas hoje não é o que era, talvez por eu ter crescido. Também pelas muitas mudanças, especialmente depois do incêndio de 1988.
O Chiado perdeu a centralidade burguesa da minha meninice. Mas gradualmente tem recuperado alguma vitalidade e cores. Está cada vez mais de cara lavada e encanta turistas em quantidade significativa. E continua o mesmo Chiado...Luís Miguel Correia - 2006
O CHIADO DOS LIVROS
O Chiado sempre foi um dos meus caminhos preferidos para os livros.
Desde os tempos em que juntava cinquenta escudos para ir comprar mais um volume da Enciclopédia VERBO JUVENIL à Bertrand.

Mesmo em frente, na outra esquina, ainda se pode e deve entrar na SÁ DA COSTA, que se mantém igual a si própria desde sempre.
E agora há a venda de livros nas bancas da Rua Anchieta, um passeio agradável ao sol deste Outuno lisboeta. Como este último sábado, dia 7... 
LMC
Desde os tempos em que juntava cinquenta escudos para ir comprar mais um volume da Enciclopédia VERBO JUVENIL à Bertrand.
Mesmo em frente, na outra esquina, ainda se pode e deve entrar na SÁ DA COSTA, que se mantém igual a si própria desde sempre.
E agora há a venda de livros nas bancas da Rua Anchieta, um passeio agradável ao sol deste Outuno lisboeta. Como este último sábado, dia 7... 
LMC
SEMPRE O CHIADO
Subscrever:
Mensagens (Atom)



